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Em queda desde o ano passado, mercado de imóveis no Brasil deverá retomar expansão gradual no final deste ano. Veja as oscilações do segmento nos últimos 15 anos Desde o ano passado, os preços dos imóveis residenciais registraram declínio, resultado direto dos efeitos da recessão sobre o mercado de trabalho. Em 2016, todas as cidades brasileiras que fazem parte do Índice FipeZAP, indicador que acompanha os preços de venda e locação de imóveis em território nacional, registraram variação inferior à inflação registrada ao longo de doze meses, que foi de 6,29% de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Paulo Picchetti, professor da IBRE/FGV (Instituto Brasileiro de Economia) e responsável pelos índices do mercado imobiliário comercial (IGMI-C) e residencial (IGMI-R) da entidade faz uma breve respectiva sobre o período: “nos últimos meses, observou-se uma clara reversão do ciclo de financiamento, já que as famílias se preocuparam em pagar empréstimos anteriores. A inadimplência se elevou e a concessão de crédito sofreu redução. Do lado da oferta, importantes investimentos no setor – realizados ainda sobre a perspectiva anterior de continuidade de crescimento – foram concluídos. Mas com a demanda reduzida, o resultado foi uma elevação dos estoques à venda, tendo como contrapartida natural a queda dos preços”. (Foto: Shutterstock) Se os meses passados, porém, não foram favoráveis ao segmento, o mesmo não se pode dizer do período que antecedeu esta crise. Nesta época anterior, o mercado brasileiro de imóveis passou pela maior valorização da história, com unidades que chegaram a valer três vezes seu valor. Confira a linha do tempo do mercado imobiliário no Brasil nos últimos 15 anos. Boom imobiliário aconteceu entre 2007 e 2014 “Entre 2002 e 2007, havia bastante oferta de crédito, o que deixou o mercado aquecido. A partir de então, no período de 2007 a 2013, houveram dois fatores importantes de melhoria no segmento ligados diretamente ao financiamento de pessoa física e jurídica que provocaram queda de juros e tornaram o cenário superaquecido”, explica Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Para se ter uma ideia, em 2004, foram financiados R$ 3 bilhões em imóveis no País, número que passou para R$ 114 bilhões em 2014. (Foto: Shutterstock) Dessa forma, os valores dos imóveis residenciais no Brasil tiveram aumentos consideráveis no período recente de crescimento da atividade econômica que antecedeu a crise de 2008/2009. Este movimento foi, por analogia à análise feita para os Estados Unidos e outras economias centrais, interpretado por vários analistas como uma “bolha”. Algumas características fundamentais, no entanto, tornam esta interpretação inválida para o caso brasileiro, como o aumento considerável do volume de crédito para financiamento imobiliário no período, sem a contrapartida da criação de derivativos (como no caso dos EUA), mas possibilitado por novas formas de garantias. A resposta brasileira à crise de 2008/2009 permitiu algum crescimento no período posterior, mais à custa de desequilíbrios macroeconômicos que tornaram o crescimento insustentável a longo prazo. O resultado deste quadro foi a recessão iniciada no segundo trimestre de 2014 que, ao contrário das características de uma “bolha”, não promoveu um reajuste rápido e drástico nos preços dos ativos reais, particularmente dos imóveis. (Foto: Shutterstock) O que se viu, desde então, foi uma perda gradual dos preços dos imóveis residenciais. Nos últimos três anos, os valores nominais se estabilizaram, mas, a partir da segunda metade de 2016, cederam. “Em 2016, foram financiados R$ 46 bilhões”, complementa o dirigente da Abecip. Investimento em imóvel ainda traz segurança ao consumidor Apesar do cenário do último ano não ter sido favorável ao mercado imobiliário, o investimento em imóveis residenciais e comerciais no Brasil ainda é visto como seguro, pois, se por um lado não apresenta ganhos tão substantivos como o de ativos mobiliários financeiros em determinados períodos, por outro, é muito menos variável e sujeito a alterações de tributos. Mas isso não significa que ele não possa desvalorizar. (Foto: Shutterstock) De acordo com Mauro Calil, consultor financeiro e especialista em investimentos da Academia do Dinheiro, se houver degradação da área onde o imóvel se encontra, seja ele por obra atrasada ou não concluída – como metrô, por exemplo -, má frequência (mendigos, pontos de tráfico de droga ou presídios) ou abandono da região, ele pode, sim, passar a valer menos. E vale destacar que o mínimo da valorização deve ser, pelo menos, o valor da correção da inflação. “Para escolher o imóvel, é necessário ser muito bem assessorado. É preciso saber a sobre o plano diretor do local para entender o que está acontecendo na área do imóvel. O importante é conhecer a perspectiva da região. Se houver deterioração da área, o proprietário corre o risco de perder dinheiro futuramente”, explica Calil. E qual a projeção futura? As perspectivas para o mercado imobiliário a partir do segundo semestre, no entanto, são positivas. Caso as expectativas de um ajuste fiscal que possibilite o a queda continuada dos juros, abre-se um caminho para uma retomada do crescimento geral da economia brasileira. Esta retomada, no entanto, não deve ser rápida e nem apresentar taxas elevadas. A saída da recessão deve ocorrer ao longo do ano de 2017, com um mercado bem aquecido somente após 2019, completando mais um ciclo na variação nos valores dos imóveis em território brasileiro. (Foto: Shutterstock)
Fonte: https://revista.zapimoveis.com.br/crescimento-imobiliario-de-2014-podera-voltar-so-apos-2019/
Data: 13/09/2017

Setor vive incerteza da economia, mas existe perspectivas de melhoras

 
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imoveis_mercado_imobiliario (Foto: Shutterstock)
Mercado imobiliário teve auge e queda. Momento agora é de incertezas.
O mercado imobiliário brasileiro viveu a última década de muito dinamismo e passou por duas fases bastante distintas. Primeiro, acompanhando o ciclo econômico do país em alta, experimentou um forte crescimento e registrou o auge da prosperidade. Porém, com a desaceleração da economia brasileira nos anos mais recentes, entrou em uma curva descendente significativa. E, agora, quais as perspectivas para o mercado imobiliário?

Em 2008, a crise imobiliária dos Estados Unidos refletiu de forma negativa em todo o mundo. Foi justamente neste pós-crise que a economia brasileira começou a dar sinais de prosperidade e o mercado imobiliário seguiu a mesma tendência. Afinal de contas, com uma economia fortalecida e estável, há uma melhora na empregabilidade, na renda e na confiança do consumidor com o futuro, características que garantem condições propícias para o investimento em um imóvel.

De acordo com levantamento global feito em 54 países pelo Banco de Compensações Internacionais (BID, na sigla em inglês), instituição que funciona como o banco central dos bancos centrais, a valorização imobiliária no Brasil foi de 121% nos cinco anos seguintes ao período pós-crise de 2008. Entre 2008 e 2011, a valorização anual ficou acima dos 20%.

"Acompanhando a valorização imobiliária também houve a expansão significativa no crédito para aquisição de imóveis. E a alta demanda pressionou também a valorização dos preços dos imóveis", afirma o economista Marcelo Barros.
imoveis_imovel (Foto: Shutterstock)
Especialistas afirmam que em 2016 a situação deve
melhorar

Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), houve um incremento de 42% no volume de financiamentos para construção e compra de imóveis em 2011 comparado com 2010, somando R$ 79,9 bilhões. Foram financiadas 493 mil unidades, 17% a mais que o ano anterior. Já o valor dos imóveis subiu 26%, de acordo com o Índice FipeZap.

Como a economia se manteve em uma crescente, com baixo desemprego, crescimento da renda e baixa inadimplência, a liberação do crédito imobiliário continuou em expansão nos anos seguintes. Em 2012, houve mais um incremento nos financiamentos, totalizando R$ 82,8 bilhões, alta de 3,6% sobre 2011. Em 2013, os números bateram recorde, atingindo R$ 109,2 bilhões, 32% a mais do que no ano anterior. Foram financiados 529,8 mil imóveis, alta de 17% ante os 453,2 mil de 2012.

"Porém, a partir de 2013, a economia começou a dar sinais de desaquecimento e começou um novo cenário com uma curva descendente, principalmente em 2015", ressalta Barros. Em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, foram realizadas muitas obras de infraestrutura nas cidades-sede e houve valorização de bairros mais próximos de onde essas melhorias foram feitas. Porém, já se ouvia falar em supervalorização dos preços dos imóveis e na construção se desacelerando para se adequar à demanda.

Neste ano, já não foi registrada tanta alta nos financiamentos, segundo a Abecip. Foram financiadas 538,3 mil unidades, encerrando o ano em estabilidade, com aumento de 1,6% em relação a 2013. Porém, somando todo o período o número representa um crescimento de quase 800% em nove anos até 2014. Em relação aos números, os financiamentos somaram R$ 113 bilhões e o incremento de 5,3% sobre o ano anterior se deu graças ao aumento dos preços.

Em 2015, no entanto, houve um agravamento na situação do mercado imobiliário brasileiro, puxado pelo enfraquecimento na economia nacional, além das incertezas políticas. "Se no primeiro momento, em um ciclo econômico crescente havia crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta, agora houve uma inversão desses fatores, já que os juros estão altos e o crédito mais escasso", revela Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice FipeZap.

imoveis_crise_mercado (Foto: Shutterstock)E
conomia instável e momento político deixa o
momento ainda mais delicado.

No ano passado, as taxas de juros para financiamento de imóveis tiveram um aumento por conta da grande retirada da caderneta de poupança e os depósitos mais limitados nesta que é a maior fonte de financiamento imobiliário do país. Soma-se a isso a instabilidade da economia brasileira e do cenário político. "O desemprego e a inflação estavam em alta e é preciso lembrar que o crédito imobiliário é de longo prazo e, com qualquer instabilidade, as pessoas tendem a adiar o projeto da casa própria”, diz Zylberstajn.

Além disso, foram implementadas mudanças nas regras de financiamentos e para os imóveis usados. O limite de financiamento passou de 80% para 50%, obrigando o consumidor a dar uma entrada maior. Segundo dados da Abecip, os financiamentos alcançaram R$ 75,6 bilhões no ano passado, uma queda de 33%. Foram financiadas 342 mil unidades, devido à baixa nas vendas e nos lançamentos.

O resultado final é que, em 2015, o preço dos imóveis no Brasil teve queda real, já que teve valorização de 1,32%, aumento que ficou abaixo da inflação registrada no ano. "As incorporadoras realizaram promoções, ofereceram descontos e tiveram menos lançamentos, já que o mercado estava relativamente parado", explica Barros.

E o que esperar?

A economia brasileira ainda está bastante instável, o que influencia negativamente o mercado imobiliário. "O setor depende de como está o cenário do país e não dá para falar em uma melhora econômica. E o cenário de instabilidade na política também contamina a confiança", reforça o coordenador do Índice FipeZap.

imoveis_linha_do_tempo_imoveis (Foto: ZAP em Casa)Na linha do tempo é possível conferir o quanto caiu os valores de financiamento no Brasil desde 2008.

Isso significa que a dinâmica econômica é um termômetro de como será o mercado imobiliário. No entanto, de acordo com o economista, o cenário ainda se mostra adverso a curto prazo. "A perspectiva é que haja mais queda no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2016", afirma.

No entanto, existem boas expectativas já para o próximo ano. "Se a economia começar a se ajustar e o Governo Federal começar a organizar não só as questões econômicas como também as políticas, a tendência é o mercado imobiliário apresentar uma melhora em 2017 porque uma economia ajustada vai trazer mais confiança no futuro e vamos voltar a ter crédito disponível", conclui Marcelo.


Fonte: G1 - g1.globo.com
Data: 01/04/2016

Caixa reduz de 80% para 50% o valor máximo para financiar imóveis usados

Do UOL, em São Paulo

27/04/201514h43 Atualizada 07/05/2015  20h16

A Caixa Econômica Federal decidiu reduzir o limite máximo de financiamento de imóveis usadosl de 80% para 50%, nos casos que utilizem recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Este tipo de negócio representa 27% de todos os imóveis financiados em 2015 pela Caixa.

As regras continuam iguais para operações usando recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", informa o banco.

As alterações entram em vigor no dia 4 de maio e valem apenas para novos contratos.

  • Sistema Financeiro da Habitação

O Sistema Financeiro Habitacional (SFH) regula a maioria dos financiamentos imobiliários no Brasil, e usa recursos do FGTS ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

A mudança da Caixa vale apenas para financiamentos com recursos do SBPE. O limite que o consumidor pode parcelar vai cair dos atuais 80% para 50% do valor total do imóvel usado. O restante do valor do imóvel deverá ser pago à vista.

Para financiamentos usando recursos do FGTS, as regras continuam iguais.

O SFH envolve operações com imóveis de até R$ 750 mil nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal; nos demais Estados, o valor é de R$ 650 mil.

  • Sistema Financeiro Imobiliário

O Sistema Financeiro Imobiliário rege as operações que não se enquadram no Sistema Financeiro Habitacional (SFH) e é voltado, principalmente, para grandes investidores institucionais. 

Para essas operações, a Caixa irá reduzir o limite máximo de parcelamento de 70% para 40% do valor total do imóvel usado.

  • Minha Casa, Minha Vida

As regras não mudam para os financiamentos de imóveis pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", informa a Caixa.

Entrada fica maior

Com essa mudança, o consumidor precisará arcar com uma entrada maior ao começar um financiamento da casa própria.

Por exemplo, um consumidor que queira comprar uma casa usada no valor de R$ 500 mil (que não faça parte do "Minha Casa" e sem usar dinheiro do FGTS), poderá financiar apenas 50% do valor total, ou seja, R$ 250 mil. Os outros R$ 250 mil terão que ser pagos à vista, na entrada.

Caixa diz que vai focar em imóveis novos e populares

A Caixa informou que seu foco neste ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular. O banco já aumentou duas vezes neste ano os juros para financiamento da casa própria.

Os depósitos em poupança têm caído ao longo deste ano e batido recordes negativos. A diferença entre o que entrou na poupança e o que foi sacado estánegativa em R$ 23,2 bilhões até março, no pior primeiro trimestre desde 1995.

Os bancos usam o dinheiro da poupança para financiar as operações imobiliárias do SFH. Assim, a Caixa está enfrentando um cenário difícil, com menos recursos para emprestar nesta modalidade de crédito.

(Com Infomoney)

 
Fonte: Uol
Data: 07/05/2015

7 casos que dispensam pagar IR pelo lucro com venda de imóveis

É possível se livrar do Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital com um imóvel? Em alguns casos, sim. Situações específicas permitem pagar menos ou até ficar 100% livre do tributo sobre o lucro obtido nessas transações.

É importante lembrar que o valor de compra de um imóvel – não importando há quanto tempo ele tenha sido adquirido –, não deve ser atualizado pelo que vale atualmente, de acordo com as regras da Receita Federal.

Dessa forma, ao vender o bem, o contribuinte precisa declarar o valor obtido na venda, que descontará a diferença sobre o preço de compra do imóvel, a fim de calcular qual foi o ganho de capital. Sobre este valor, vai incidir a alíquota fixa de 15% para pessoas físicas.

O consultor tributário Richard Domingos, da Confirp Consultoria Contábil, enumera os casos que permitem ficar livre ou reduzir o imposto sobre o ganho de capital de imóveis:

1. Reforma da casa própria: qualquer melhoria na estrutura do imóvel, tratando-se de reforma e construção, permite aumentar o valor do imóvel na declaração. Isso favorece pagar menos imposto, já que o ganho de capital será considerado menor na venda do bem, que foi valorizado pela benfeitoria. Se a valorização for muito grande, pode haver isenção do imposto.

2. Desapropriação de terra para reforma agrária: a indenização recebida para este fim sobre um imóvel rural (terra nua) é considerada receita de atividade rural, quando abatida como despesa pública, não pode ser tributada como ganho de capital na declaração à Receita.

3. Imóvel comprado antes de 1969: o lucro obtido na venda de bens adquiridos antes desta data dispensa qualquer pagamento do Imposto de Renda por ganho de capital, cuja alíquota é de 15%.

4. Imóvel adquirido entre 1969 e 1988: quem vender bens comprados nesta época pagará menos imposto sobre o ganho de capital, de forma progressiva. A redução é de 100% para o ano mais antigo, até chegar a 5% no imóvel de 1988. A cada ano, a partir de 1969, a redução do imposto é de 5%.

5. Variação cambial: se ela for resultante da venda de imóveis adquiridos com rendimentos originariamente em moeda estrangeira. Somente é isenta a variação cambial, sendo tributável o ganho obtido em moeda estrangeira.

6. Venda de único bem de até R$ 400 mil: fica isento o imóvel de qualquer tipo, de posse individual em condomínio ou em comunhão, localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha feito, nos últimos cinco anos, outra venda de imóvel, tributada ou não. O limite de R$ 400 mil não considera a parte de cada condômino ou coproprietário, nem a posse em comunhão com o cônjuge, a menos que esteja em contrato.

7. Compra de outro imóvel em 180 dias: A partir de 16 de junho de 2005, o ganho na venda de imóveis residenciais fica isento se outro for comprado no prazo de seis meses a partir da celebração do contrato. A opção pela isenção deste item deve ser informada no Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital. O benefício vale a cada cinco anos. 

Fonte: IG e www.publicidadeimobiliaria.com
Data: 25/08/2014

Mantega anuncia medidas de regulação do mercado de crédito

Entre as novas medidas está a simplificação do procedimento de aquisição de imóveis

POR MARTA BECK E ELIANE OLIVEIRA

O ministro da Fazenda, Guido Mantega - O Globo / Givaldo Barbosa

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira seis medidas para melhorar a regulação do sistema de crédito brasileiro. No pacote, estão ações para facilitar a compra e venda de imóveis, a recuperação de bens em caso de inadimplência e também a transferência do crédito consignado de um banco para outro. Segundo o ministro, as medidas complementam as que foram anunciadas também hoje pelo Banco Central para estimular a concessão de crédito no país.

— As medidas caminham na mesma direção das do BC. São para melhorar a regulação do sistema de crédito brasileiro, aumentar a segurança jurídica das transações, reduzir o custo e simplificar operações — disse Mantega.

Uma das novidades é a simplificação do procedimento de aquisição de imóveis. Todas as informações de um imóvel ficarão concentradas numa única matrícula:

— Hoje, é preciso tirar um monte de certidões em um monte de cartórios. A nova medida diminui o trabalho do comprador e dá segurança jurídica sobre tudo o que esse imóvel possui. Tudo vai ficar muito mais claro.

O governo também vai lançar um novo título chamado Letras Imobiliárias Garantidas. Esses papéis serão emitidos por instituições que têm carteira de crédito imobiliário e terão uma garantia adicional, pois os imóveis serão dados como garantia patrimonial para esses investimentos. O papel será isento do Imposto de Renda (IR). Segundo Mantega, esses títulos serão atraentes inclusive para investidores estrangeiros que gostam desse tipo de papel.

Outra novidade é que parte dos recursos da caderneta de poupança (3%) usados no mercado imobiliário poderão ser usados para operações de crédito que tenham imóvel quitado como garantia. Esse benefício poderá ser usado para qualquer operação de crédito.

O governo vai ainda permitir que o tomador de um crédito consignado autorize o banco a debitar o valor da prestação mesmo que sua conta salário tenha sido transferida para outra instituição. A ideia é estimular a concessão do consignado.

Outra medida é o fortalecimento da garantia da alienação fiduciária. A partir de agora, no ato de contratação de uma operação de crédito, o cliente poderá optar por assinar uma autorização que permitirá a retomada do bem no caso de inadimplência. Segundo Mantega, os bancos ficaram mais restritivos na concessão do crédito por causa, em parte, das dificuldades para a retomada de bens.

— Agora, os bancos podem conceder mais crédito mais barato — disse ele.

O ministro anunciou ainda uma novidade para ajudar os bancos a aproveitarem créditos tributários. Hoje, as instituições financeiras precisam entrar na Justiça para poder registrar perdas decorrentes de inadimplência de até R$ 30 mil em seus balanços e, assim, poder abater créditos tributários.

Agora, no entanto, débitos de até 100 mil (em caso de operações sem garantia) e de até R$ 50 mil (em operações com garantia) não precisam mais ser ajuizados para serem registrados com perdas.



Read more: http://oglobo.globo.com/economia/mantega-anuncia-medidas-de-regulacao-do-mercado-de-credito-13671739#ixzz3B1u9OHun

Fonte: O Globo - www.globo.com
Data: 20/08/2014

 O mercado imobiliário está bastante favorável em virtude de diversos fatores macroeconômicos que tornaram mais atrativas as aplicações em imóveis. Por conta disso, empreendedores em geral e donos de imobiliárias estão buscando maneiras de expandir seus negócios, aproveitando o bom momento do setor. Nesse sentido, franquias imobiliárias como a RE/MAX têm sido bastante procuradas pelas vantagens que oferecem aos investidores. Um outro modelo de negócio, o de licenciamento de marca, também vem sendo oferecido aos empreendedores, porém, oferece maior risco. Julgamos oportuno esclarecer as diferenças entre cada um dos modelos.

Pelo sistema de franchising, o empresário tem direito ao uso de marca, conhecimento e assistência para produção e oferta de serviços padronizados. No licenciamento, o empreendedor também tem direito ao uso da marca mediante o pagamento de uma remuneração prevista em contrato. Mas a principal diferença entre os modelos de negócio está no suporte que o empreendedor receberá após a compra.

No franchising imobiliário, em especial no caso da RE/MAX, o empreendedor adquire um sistema
completo de negócio que inclui transferência do know-how da marca, uma “universidade corporativa” para treinamentos, sistema de gestão de negócios compartilhados, entre outros benefícios. Este conjunto de serviços oferece maior segurança na operação aos franqueados.

No licenciamento, é oferecido ao empresário apenas um treinamento para abrir o negócio, mas após esse processo inicial ele não terá o suporte da marca para a administração do negócio.
Mais algumas diferenças entre os dois podem confundir o investidor no momento da escolha:  o franchising implica em investimento na padronização, mas em troca oferece a transferência de tecnologia aos empreendedores. No sistema de licenciamento de marca esse investimento não é necessário. Contudo, o empresário não tem acesso ao conhecimento da marca para operação e gestão do negócio.

Como estudioso e apaixonado pelo Varejo e Distribuição, posso afirmar que a maioria dos empreendedores brasileiros requer a transferência de know-how e acompanhamento do modelo de negócio para o desenvolvimento sustentável de suas empresas. Sendo assim, consideramos a estrutura do franchising a melhor opção.

Ernani Assis
Responsável (VP)- Expansão da RE/MAX Brasil

Fonte: Jornal do Imovel Brasil
Data: 17/10/2013

Com a correria do dia a dia é cada vez maior a procura por empreendimentos residenciais que ofereçam uma ampla área de lazer. Confira a seguir quais os ambientes que mais chamam atenção nos condomínios de luxo que estão surgindo aqui no litoral

Por Malu Bonetto Fotos Divulgação

Cada vez mais os empreendimentos oferecem espaços de lazer para seus moradores. Segundo Giovanna Queiroz, gerente de marketing da Construtora JR, estes itens são reflexo da segurança que os condomínios oferecem, onde as famílias podem desfrutar dos ambientes de lazer sem se preocupar com a segurança. “Além disso, há a praticidade de ter entretenimento de fácil acesso. Isso sem falar que suprimos a falta de infra-estrutura das cidades em oferecer parques, clubes e lugares para as pessoas relaxarem ou se divertirem sem ser os shoppings centers”, complementa. Já para Rodrigo Pacheco, diretor da NossoLar Incorporação de Imóveis, outro fator importante é o trânsito. “Hoje em dia as pessoas perdem muito tempo dentro do veículo e tendo a comodidade de espaços de lazer dentro de casa, evita o estresse do dia a dia de ter de dirigir para poder se divertir.”

As opções de lazer vão desde piscina aquecida e salão de festas até cinema, garage band, entre outras. Para André Ayres, sócio-diretor da Roda Imóveis, os serviços de conveniência como pet shower’s, espaços health & club que focam em atividades ligadas ao bem-estar e centros estéticos no interior dos edifícios aliado à segurança e praticidade gerada por estes espaços, agregam valores aos empreendimentos além de proporcionar segurança e conforto.

Valorizando o imóvel…

A quantidade de itens depende do projeto, mas será que esses espaços ajudam a valorizar os imóveis? Segundo Ícaro Costa, diretor da Ícaro Costa Imóveis de Santos, este espaço é incluído na área construída e, consequentemente, acaba agregando valor ao imóvel. Já para Giovanna Queiroz, estes espaços ajudam a criar um apelo emocional na hora da compra. “Por exemplo, a senhora que comprou o apartamento pensa que quando os seus netos forem visitá-la terão muitas opções para se divertir.

Com a grande oferta de imóveis no mercado, as áreas de lazer podem ser o diferencial, a vantagem competitiva que faz o cliente escolher o seu produto, então muitas vezes são esses espaços que influenciam na decisão final pela compra do imóvel.”

OS ESPAÇOS MAIS REQUISITADOS

Lazer nas alturas

Com previsão de lançamento para dezembro deste ano, o mais novo empreendimento da imobiliária Ícaro Costa Imóveis, além de estar localizado a um quadra da praia de Santos, terá uma área de lazer completa com direito a piscina, espaço gourmet, fitness, e o melhor, tudo isto na cobertura do empreendimento, ou seja, no 25° andar, o que possibilita vista privilegiada para todos os condôminos, para o mar e principalmente fica exposta ao sol quando o dia está ensolarado.

Espaço especial para os pequenos

Sabendo que a procura pela área de lazer é grande, o empreendimento Alameda Park Residence, da construtora Aliança, oferece uma brinquedoteca equipada com diversos brinquedos para as crianças se divertirem, e claro se conhecerm. Mas a área de lazer não para por aí: são duas piscinas (uma adulto e uma infantil), sauna úmida e seca, academia, quadras multi uso salão de festas com capacidade para cetca de 80 pessoas.

Esporte e saúde

Giovanna Queiroz, gerente de marketing da Construtora JR, explica que o fato da construtora estar localizada em uma cidade litorânea, muitos clientes compram imóveis para veraneio. “Para eles, a piscina agrega valor no empreendimento, pois é praticamente um pré-requisito para o cliente na hora da compra, assim como o salão de festas. Já os que possuem filhos também costumam se interessar pelo playground, brinquedoteca, quadra poliesportiva e salão de jogos.” E foi sabendo disto que a Construtora JR oferece no Residencial Vedovatti, localizado no Boqueirão da Praia Grande, pista de cooper, home cinema e spa center. A pista de cooper tem 180 metros e contorna o empreendimento – a ideia foi aproveitar o espaço para oferecer um ambiente para toda a família, como por exemplo, para caminhadas e treinos de corrida, para as crianças aprenderem a andar de bicicleta e de patins, para as mães darem uma volta com os seus bebês no carrinho, e tudo isso com a segurança que o empreendimento oferece.

Diversão e relax

Rodrigo Pacheco diz que os espaços de lazer que trazem o entretenimento especialmente para as crianças têm se destacado já há alguns anos. “Com a busca pela melhor qualidade de vida, os condomínios também tem se adaptado com os espaços fitness, como academias, já algum tempo. Entretanto, atualmente estes empreendimentos, focados não somente na segurança e no conforto, mas também na privacidade, buscam ainda mais valorizar o produto, proporcionando espaços como salão de beleza, cinema, discoteca, spa, que visam utilidade e entretenimento.” E é justamente isto que o NossoLar Prime Residence, localizado no Canto do Forte em Praia Grande oferece. Além da garage pub, piscina com hidromassagem, beauty center, salões de festas e de jogos, playground, academia, destaque para o cinema com televisão de Led 55” e aproximadamente 24 lugares, a discoteca e o spa center de aproximadamente 28m2, sauna úmida e quatro banheiras redondas sendo que cada uma tem quatro jatos.

Fonte: www.gowherebeach.com.br
Data: 20/07/2013

Aumentam expressivamente os financiamentos para empreendimentos com preços acima de R$ 1 milhão

Financiamento para imóveis de luxo cresce
Cresce a procura por crédito para Imóveis com preços mais elevados

Texto: Redação WebCasas | Foto: SXC

Pessoas que buscam imóveis com preços acima de R$ 1 milhão passaram a aderir bem mais aos financiamentos nos últimos anos. De acordo com um levantamento realizado pela imobiliária Coelho da Fonseca, houve um aumento de 686% no número de financiamentos contratados no primeiro trimestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2009. Ao analisar o montante de dinheiro envolvido nessas transações, o crescimento foi de 1.362% nos últimos cinco anos.

Para a empresa, com as taxas de juros mais atrativas, houve uma mudança de comportamento do consumidor, que passou a optar pelo financiamento como forma de planejamento financeiro. “Um movimento que temos percebido é que o brasileiro deixou de associar financiamentos à falta de dinheiro e passou a enxergá-lo como uma modalidade de planejamento, com a viabilização de seus desejos e projetos, sem perda de dinheiro e sem abrir mão da liquidez”, explica Claudio Costa, diretor de financiamentos da Coelho da Fonseca.

Fonte: www.webcasas.com.br
Data: 10/07/2013

Crédito imobiliário atinge melhor resultado histórico e registra um crescimento de 29,7% no ano

Financiamentos imobiliários somam R$ 9,75 bilhões em maio
O volume contratado de crédito para compra e construção imobiliária bate recorde  

Texto: Redação WebCasas | Foto: SXC

Os empréstimos para aquisição e construção de imóveis acumularam R$ 9,75 bilhões em maio, o que representa uma alta de 18% em relação a abril e de 54,8% comparado a maio de 2012. O número, divulgado pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), foi apontado como o melhor resultado histórico do segmento – o recorde anterior era de R$ 8,84 bilhões, registrado em dezembro de 2012. 

A análise feita pela entidade aponta também que os financiamentos imobiliários somaram R$ 38,4 bilhões nos primeiros cinco meses de 2013, um crescimento de 29,7% em relação ao mesmo período do ano passado. E, apenas durante o mês de maio, foram financiados 47,6 mil imóveis, um aumento de 17% em relação a abril.

Outro índice positivo é a diferença entre depósitos e retiradas nas cadernetas de poupança. Em junho, os depósitos superaram os saques em R$ 6,71 bilhões, a quarta maior quantia, considerando os dados desde 1995.

Fonte: www.webcasas.com.br
Data: 01/07/2013

 

Grandes cidades contam com transporte público de qualidade. Santos não poderia ser uma exceção. Um dos empreendimentos do Governo do Estado de São Paulo, que é gerenciado pela EMTU/SP, empresa vinculada à Secretaria dos Transportes Metropolitanos, é o Sistema Integrado da Região Metropolitana da Baixada Santista – SIM.

 

O SIM comandará uma rede de transporte coletivo metropolitano de média capacidade de transporte que será operada com a tecnologia VLT (Veículo Leve sobre Trilhos – Metrô Leve). Este sistema será integrado às linhas de ônibus municipais e intermunicipais.

As principais características dos VLTs são: capacidade para 400 usuários, velocidade média de 25 km/h e máxima de 80 km/h, ar-condicionado e piso baixo, o que facilita a movimentação de pessoas com dificuldade de locomoção. Já foram adquiridos 22 VLTs e o transporte tem a previsão de atender 70 mil passageiros por dia/útil.

As obras contarão com melhorias na infraestrutura local, como instalação de terminais, estações de transferência, pontos de parada, dispositivos de acessibilidade, intervenções viárias e construção de ciclovias.

O Governo do Estado inova com a adoção do Metrô Leve, que é muito mais barato e convive bem com a cidade, pois o trem é menor, confortável, corre em superfície sem a necessidade de muros e pode ter áreas de lazer ao longo do percurso.

Está previsto para maio o início das obras do primeiro trecho do VLT, que terá 11 km de extensão e ligará o Terminal Barreiros, em São Vicente, à Avenida Conselheiro Nébias, em Santos. O segundo trecho, com 6 km, vai da Conselheiro Nébias até o Valongo e começará a ser feito em junho. Um dos pontos do VLT estará muito bem localizado, na Rua Dr. Guilherme Álvaro, altura do número 40, próximo ao Orquidário e à Praia.

Quando estiver pronto, o VLT ligará Santos, São Vicente e Praia Grande por meio de sistema de transporte sobre trilhos, semelhante a um grande bonde. A expectativa da EMTU/SP é de que 23% dos ônibus sejam retirados das ruas. Para a população, haverá uma redução de tempo gasto com transporte e integração tarifária, além da redução da emissão de poluentes na atmosfera.

 

 

Fonte: www.videoimovel.com.br
Data: 20/05/2013
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